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Dor de verdade

Sempre me julguei forte

o bastante para subjulgar o poder da saudade,

mas não posso privar meus prantos de tal verdade.

A dor que em meu peito rompe,

grita em mim a verdade,

que como uma chama,

queima meu coração

e solidifica minha alma

e que no amanhecer de cada dia

me fortaleço

para suportar todas as intemperanças do cotidiano.

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INVICTUS

Invictus

Autor: William E Henley
Tradutor: André C S Masini

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu – eterno e espesso,
A qualquer deus – se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei – e ainda trago
Minha cabeça – embora em sangue – ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda – eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.



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This is my time….this is my tear….

Eu nunca pensei que seria fácil, sempre soube que como todos os pássaros, um dia temos que voar para longe do ninho.

Sempre me julguei forte o bastante para subjulgar o poder da saudade,

mas não posso privar meus prantos de tal verdade.

A dor que em meu peito rompe, grita em mim a verdade,

que como uma chama,

queima meu coração e solidifica minha alma

e que no amanhecer de cada dia

me fortaleço para suportar todas as intemperanças do cotidiano.